Letras meio absurdas que de absurdo não têm nada, traje tipicamente portuguesinho, numa mistura de sons que vão desde Variações a Amália, balançando do samba ao fado. É a Deolinda que, quer se goste, quer se não goste, arregaça as mangas, veste o avental e canta a essência da (cá para mim) boa música portuguesa!
Ao vivo, é bem melhor!