Letras meio absurdas que de absurdo não têm nada, traje tipicamente portuguesinho, numa mistura de sons que vão desde Variações a Amália, balançando do samba ao fado. É a Deolinda que, quer se goste, quer se não goste, arregaça as mangas, veste o avental e canta a essência da (cá para mim) boa música portuguesa!
Ao vivo, é bem melhor!
ADORO! No espaço de 3 dias, vi-os duas vezes, na festa da sardinha, em Portimão, e na Amora. Não me canso de ouvir. É esta a boa música portuguesa que me faz dizer: somos grandes, maiores do que o que dizem de nós!
ResponderEliminar*